quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Direito

Salve, salve colegas aspirantes a diplomatas!!!

Estamos em setembro, a galera aqui do planalto cental não viu chuva ainda, mas não vai ser o tempo seco que vai minar nossas forças para estudar, estudar e estudar, eis o caminho que leva ao Itamaraty, não há outro.
Falemos sobre o conteúdo de Direito. Essa disciplina, como é sabido, cai na primeira e terceira fases. Conforme o guia de estudos ela subdivide-se em: direito constitucinal, admistrativo e internacional público. [Não contruam a frase desse jeito na prova de redação, mas repitam a palavrinha direito antes de cada adjetivo. É a tal regra do paralelismo, se não me engano kkkkk]

O que estudar então?


Direito Constitucional:

Recomendam como apropriado (os professores do preparatório para o IRBr que frequentei) tanto o "Direito Constitucional esquematizado" do Pedro Lenza quanto o "Direito contitucional" do Alexandre de Moraes. Ambos são bons e cobrem todo o conteúdo de constitucional a ser estudado. Seria interessante também ler a CF/88 TODA, aliás isso seria interessante para todo brasileiro, diga-se de passagem.


Direito Admnistrativo:

Para não errar a melhor opção é "Direito administrativo" da Maria Sylvia Di Pietro.


Direito Internacional Público:

Aqui a coisa pega. O conteúdo é bem amplo e nehuma obra indicada pelo guia de estudos cobre sozinha todo o conteúdo. O "Direito internacional público: curso elementar" do Rezek mostra-se superficial. Uma opção razoável é o "Manual de direito internacional público" do Hildebrando Accioly, ele cobre cinco dos oito itens, entretanto não menciona nada sobre Santa Sé. Indicam como muito interessante outro catatal: "Direito Internacional público" do vietnamita Nguyen Quoc Dinh. Contudo, sinto informar que por falta de diligência minha estive com o livro nas mãos, mas não olhei sequer o índice. Apresento minhas excusas. O ideal é mesclar obras nessa hora. Sem contar que é bastante recomendável visitar o site do Mercosul e ler os tratados constitutivos. Eu? Eu leria todos. Recomenda-se também dedicar-se especial atenção ao mecanismo de solução de controvérsias tanto do Mercosul quanto da OMC.

Até a pŕoxima!

[Dançando a dança da chuva para desestressar,

com muita fé em Deus,

sigamos sempre em frente, sem desviar o foco].




quinta-feira, 18 de agosto de 2011

ECONOMIA

Olá! O assunto hoje é economia. Num primeiro momento achei que das oito disciplinas do TPS economia seria a mais desafiadora, meu maior obstáculo. Mas, depois de tomar contato maior vi que não. O conteúdo de economia para a prova do Instituto Rio Branco é estudável, disse-me uma diplomata formada em medicina. Tal declaração, confesso, me acalmou e me deu novo ânimo.

Como se sabe o conteúdo de economia é dividido em três partes: microeconomia, macroecnomia e economia brasileira.
Assim, de acordo com o propósito desse blog, passo (ou repasso) as indicações de estudo obtidas com professores de economia especializados na preparação de aspirantes à carreira diplomática.

- MICROECONOMIA

Capítulos 1,2,4,5,6,7,8,9,13,14,15,16,17 e 21 da obra "Introdução à Economia" de N. Gregory Mankiw.

- MACROECONOMIA

Capítulos 13,14,15,16,17,19,20,22,23 e 24 da obra "Manual de Economia" cujos organizadores são Diva Benevides Pinto e Marco Antônio S. de Vasconcelos (5 ed.)

Indica-se também "Contabilidade Social" de Carmem Feijó. (Capítulo 3 e 5, conforme o Guia de Estudos do IRBr de 2010).

- ECONOMIA BRASILEIRA

Capítulos 1,2 e 3 da obra "A ordem do progresso" de Marcelo Paiva Abreu;

Capítulos 1,2,3,4,5,6,7 e 8 da obra Economia Brasileira Contemporânea de Fábio Giambiagi


Espero, verdadeiramente, que essas informações possam ser úteis. Para mim, o que mais gerava desanimo ao empreender sozinha os estudos era o tamanho da bibliografia que era indicada, não ter um norte era desencorajador. Mas, agora que tenho um mapa sinto que por mais que haja pedras, penhascos e desfiladeiros eu sei como chegar. 

Ânimo sempre!!!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ECONOMIA

Olá! O assunto hoje é economia. Num primeiro momento achei que das oito disciplinas do TPS economia seria a mais desafiadora, meu maior obstáculo. Mas, depois de tomar contato maior vi que não. O conteúdo de economia para a prova do Instituto Rio Branco é estudável, disse-me uma diplomata formada em medicina. Tal declaração, confesso, me acalmou e me deu novo ânimo.

Como se sabe o conteúdo de economia é dividido em três partes: microeconomia, macroecnomia e economia brasileira.
Assim, de acordo com o propósito desse blog, passo (ou repasso) as indicações de estudo obtidas com professores de economia especializados na preparação de aspirantes à carreira diplomática.

- MICROECONOMIA

Capítulos 1,2,4,5,6,7,8,9,13,14,15,16,17 e 21 da obra "Introdução à Economia" de N. Gregory Mankiw.

- MACROECONOMIA

Capítulos 13,14,15,16,17,19,20,22,23 e 24 da obra "Manual de Economia" cujos organizadores são Diva Benevides Pinto e Marco Antônio S. de Vasconcelos (5 ed.)

Indica-se também "Contabilidade Social" de Carmem Feijó. (Mas, não sei que capítulos especificamente).

- ECONOMIA BRASILEIRA

Capítulos 1,2 e 3 da obra "A ordem do progresso" de Marcelo Paiva Abreu;

Capítulos 1,2,3,4,5,6,7 e 8 da obra Economia Brasileira Contemporânea de Fábio Giambiagi


Espero, verdadeiramente, que essas informações possam ser úteis. Para mim, o que mais gerava desanimo ao empreender sozinha os estudos era o tamanho da bibliografia que era indicada, não ter um norte era desencorajador. Mas, agora que tenho um mapa sinto que por mais que haja pedras, penhascos e desfiladeiros eu sei como chegar. 

Ânimo sempre!!!

ECONOMIA

Olá! O assunto hoje é economia. Num primeiro momento achei que das oito disciplinas do TPS economia seria a mais desafiadora, meu maior obstáculo. Mas, depois de tomar contato maior vi que não. O conteúdo de economia para a prova do Instituto Rio Branco é estudável, disse-me uma diplomata formada em medicina. Tal declaração, confesso, me acalmou e me deu novo ânimo.

Como se sabe o conteúdo de economia é dividido em três partes: microeconomia, macroecnomia e economia brasileira.
Assim, de acordo com o propósito desse blog, passo (ou repasso) as indicações de estudo obtidas com professores de economia especializados na preparação de aspirantes à carreira diplomática.

- MICROECONOMIA

Capítulos 1,2,4,5,6,7,8,9,13,14,15,16,17 e 21 da obra "Introdução à Economia" de N. Gregory Mankiw.

- MACROECONOMIA

Capítulos 13,14,15,16,17,19,20,22,23 e 24 da obra "Manual de Economia" cujos organizadores são Diva Benevides Pinto e Marco Antônio S. de Vasconcelos (5 ed.)

Indica-se também "Contabilidade Social" de Carmem Feijó. (Mas, não sei que capítulos especificamente).

- ECONOMIA BRASILEIRA

Capítulos 1,2 e 3 da obra "A ordem do progresso" de Marcelo Paiva Abreu;

Capítulos 1,2,3,4,5,6,7 e 8 da obra Economia Brasileira Contemporânea de Fábio Giambiagi


Espero, verdadeiramente, que essas informações possam ser úteis. Para mim, o que mais gerava desanimo ao empreender sozinha os estudos era o tamanho da bibliografia que era indicada, não ter um norte era desencorajador. Mas, agora que tenho um mapa sinto que por mais que haja pedras, penhascos e desfiladeiros eu sei como chegar. 

Ânino sempre!!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ECONOMIA

Olá! O assunto hoje é economia. Num primeiro momento achei que das oito disciplinas do TPS economia seria a mais desafiadora, meu maior obstáculo. Mas, depois de tomar contato maior vi que não. O conteúdo de economia para a prova do Instituto Rio Branco é estudável, disse-me uma diplomata formada em medicina. Tal declaração, confesso, me acalmou e me deu novo ânimo.

Como se sabe o conteúdo de economia é dividido em três partes: microeconomia, macroecnomia e economia brasileira.
Assim, de acordo com o propósito desse blog, passo (ou repasso) as indicações de estudo obtidas com professores de economia especializados na preparação de aspirantes à carreira diplomática.

- MICROECONOMIA

Capítulos 1,2,4,5,6,7,8,9,13,14,15,16,17 e 21 da obra "Introdução à Economia" de N. Gregory Mankiw.

- MACROECONOMIA

Capítulos 13,14,15,16,17,19,20,22,23 e 24 da obra "Manual de Economia" cujos organizadores são Diva Benevides Pinto e Marco Antônio S. de Vasconcelos (5 ed.)

Indica-se também "Contabilidade Social" de Carmem Feijó. (Mas, não sei que capítulos especificamente).

- ECONOMIA BRASILEIRA

Capítulos 1,2 e 3 da obra "A ordem do progresso" de Marcelo Paiva Abreu;

Capítulos 1,2,3,4,5,6,7 e 8 da obra Economia Brasileira Contemporânea de Fábio Giambiagi


Espero, verdadeiramente, que essas informações possam ser úteis. Para mim, o que mais gerava desanimo ao empreender sozinha os estudos era o tamanho da bibliografia que era indicada, não ter um norte era desencorajador. Mas, agora que tenho um mapa sinto que por mais que haja pedras, penhascos e desfiladeiros eu sei como chegar. 

Ânino sempre!!!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

INGLÊS

Caros aspirantes

O Inglês! O que posso dizer???
É preciso dominar a língua. O melhor é que vc já seja formado, que tenha alcançado o nível avançado. 
Mas, não se despere, a prova não é oral.
Na primeria faze, digo TPS, cobra-se tanto interpretação de texto como gramática. E na terceira fase a coisa aperta, porque aí é redação, tradução e versão. Não é brincadeira! É necessário estudar gramática, não tenho uma para indicar, o manual do candidato de 2010 traz algumas indicações.
Tá! Vc pode perguntar? Então qual a minha contribuição hoje?
O que eu gostaria de indicar é: ler o a revista "The economist". Além de trazer um ótimo conteúdo e permitir que o candidato esteja atualizado, esclarece que nível de inglês vai ser encontrado na prova. Para ter acesso use o site porque não é um periódico barato, custa 25,00 cada edição, que é semanal. No site não tem tudo, mas aparece matérias relevantes.
Outra dica é ler o Manual de Inglês disponível no site da Funag. Os manuais da Funag não são A solução, mas ajudam.
Em Brasília indicam a "Sara Walker". Ensino de inglês de alto nível, mas também de alto preço.
Acredito ser producente escrever textos com base nos temas discutidos na "The economist" e pagar um professor para corrigi-los.
Um diplomata me contou que para estudar ele pegava livros com edições bilingues, fazia traduções do inglês para o português e depois conferia. Mas, é preciso escolher bem o livro. Esse diplomata é formado em filosofia, e os livros de filosofia são em geral bem feitos quando trazem edições bilingues. Eu recomendo John Locke, assunto razoavelmente acessível. Ele disse que fazia isso porque não tinha dinheiro para pagar professores, contou ainda que alcançou pontuação máxima na prova.
Espero não ter sido muito prolixa, como já disse a intenção é ajudar! 
Bons estudos. 

terça-feira, 7 de junho de 2011

Olá caríssimos! Depois de um longo e tenebroso inverno, eis que retorno rsrsrs (ouvi essa frase de uma velhinha, acho que deve fazer parte de algum filme ou romance famoso, famoso a muito tempo atrás rs). 
Não sei se tem muitos caríssimos esperando minha postagem, se é que tem algum caríssimozinho rs

Hoje vou falar sobre o estudo de português e redação. A dica é simples, mas muito válida para quem sequer tem um norte. Conforme aprendi no cursinho, de acordo com a orientação de professores, para a primeira fase é fulcral estudar pelo Celso Cunha, a saber "Nova gramática do português contemporâneo" de Celso Cunha e Lindley Contra (editora Nova Fronteira), é consenso, ouvi esta recomendação em dois cursinhos. Meu comentário sobre esta gramática é inócuo... não gosto dela, é chata, mas necessária.
Quanto ao estudo de redação é enormemente aconselhável estudar Othon Moacyr Garcia, a saber "Comunicação em prosa moderna". Pela indicação da professora Juliana não é preciso ler toda a obra. Ela destaca:
Primeira parte
Cap 1, 3 (item 3.2) e 4
Segunda parte
Cap 1,2,3 e 4
Terceira parte
Cap 1,2 e 4
Quarta parte
Cap 1
Quinta parte
Cap único
Sétima parte
Cap 3 e 4

Gostaria de grifar que em virtude da vastidão de conteúdo a ser estudado, focar é o melhor caminho.

Até a próxima,

abraços (a quem quer que seja rs)